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1/10/2010

Fink lidera no segmento de mudanças internacionais

Sinergia entre as empresas do grupo e personalização do atendimento são os diferenciais da Fink.


Foi Nelson Rodrigues, com a precisão cirúrgica que lhe era peculiar, quem afirmou que o Brasil não é um país para amadores.

Em se tratando de mudanças internacionais, a máxima rodrigueana ganha ares de verdade inquestionável. Afinal, não bastassem todas as atenções naturais às atividades de mudanças, como embalagem, armazenagem e transporte, a elas deve ainda ser acrescida a árdua tarefa de administrar as burocráticas exigências de uma legislação jurássica.  

Ou seja, conquistar um lugar ao sol neste mercado é uma tarefa para profissionais....apenas para profissionais.

A complexidade é tamanha que, de acordo com Laura Ganon, gerente comercial da Fink na área de mudanças internacionais há 1 ano, já produziu histórias que beiram o surreal.

Como no dia em que uma conhecida empresa de mudanças do Rio de Janeiro procurou a gerente, que há 10 anos integra o Grupo Fink, para lhe pedir ajuda.

-Eles estavam desesperados. E não era para menos. Segundo me contou o funcionário da tal empresa, a carga deles estava retida no porto há 5 meses. Eles praticamente imploraram para que interviéssemos.

Motivos para entrar em desespero não deviam faltar. Afinal, ensina Laura, uma carga fica em um container da empresa de navegação que fez o transporte por um tempo determinado. O prazo normalmente é de 10 dias. Passado o tempo estabelecido, o proprietário da carga começa a pagar, diariamente, pela armazenagem da carga.

-O demurrage, que é a taxa cobrada pelas empresas de navegação pela permanência da carga além do prazo permitido, é fixado segundo critérios estabelecidos pelas companhias de navegação. Os custos, dependendo do tempo excedente ao oferecido, podem ser altíssimos.

Mas não são apenas os 10 dias úteis, prazo considerado fantástico diante da realidade caótica das liberações alfandegárias no Brasil, que explicam a liderança confortável da Fink no segmento mudanças internacionais.

http://www.fink.com.br/

Agregar serviços e investir na humanização do atendimento são outros fatores que, segundo Ganon, têm angariado o respeito e simpatia dos clientes.

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Mesmo para quem está acostumado a mudar de endereço a cada 2 anos, como acontece com alguns executivos de multinacionais, a troca de endereço, sobretudo quando é internacional, é algo extremamente delicado. A fim de reduzir ao máximo os níveis de ansiedade de nossos clientes, além de colocarmos à disposição em nosso website informações sobre liberação alfandegária e dicas turísticas sobre as cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, destinos de cerca de 99% das mudanças que realizamos, estabelecemos que os nossos coordenadores de mudança, ou seja, aquele profissional com o qual o cliente se relacionará, é identificado previamente através de carta com foto do profissional enviada ao cliente. A resposta que obtivemos para essa iniciativa foi muito boa.

Para acompanhar de perto o comportamento da empresa frente às flutuações do mercado, a gerente conta ainda com informações levantadas em pesquisas trimestrais. O objetivo, segundo Laura, é estar o mais antenado possível com as demandas do mercado consumidor.

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Por ocuparmos uma posição hegemônica no mercado, sobretudo em relação às mudanças internacionais, não podemos nos descuidar.

Para Laura Ganon, o segmento de Mudanças Internacionais, que responde por cerca de 50% do faturamento da empresa, é extremamente privilegiado por contar com a sinergia com as outras empresas que compõem o grupo.

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Além de excelente argumento de venda, saber que podemos contar com as empresas do grupo em cada uma das etapas do transporte é sensacional do ponto de vista logístico.

Mais do que contar com empresas do grupo em cada etapa do transporte, a Fink é proprietária ainda de 50% da Multiterminais, empresa que possui o único depósito alfandegário do Rio de Janeiro.

-O  processo de liberação alfandegária ganha muita agilidade, pois a carga sai da área primária do porto sem ser internada, indo direto para o nosso depósito.

Além de terminais alfandegários em São Paulo e Juiz de Fora, este aliás montado para atender às demandas da instalação da fábrica da Mercedes Benz, a Fink é detentora de 50% da Transroll, companhia de navegação que possui uma frota com 5 navios, 4 deles do tipo Multipurpose, ou, em bom português, gigantescas embarcações capazes de transportar quase tudo que possa ser transportado. Além disso, para alívio frente aos atrasos decorrentes das sempre imprevisíveis greves nos portos, a Fink oferece a possibilidade de desvio da carga através da ferrovia que opera e liga o Rio de Janeiro ao porto de Santos.

-Somos parte de um grupo realmente grande, mas cujo processo de crescimento remonta há 1924, ano em que a empresa foi fundada. Não é por acaso que chegamos a posição que alcançamos. A Fink está sempre em evolução, não nos permitimos nos acomodarmos. Acho que essa é a receita do nosso sucesso.


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