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2/6/2000

Luiz Philipe Baeta: em defesa dos corretores de seguro


No mercado de seguros desde os 22 anos de idade, o economista Luiz Philipe Baeta Neves, de 40 anos - 3 deles à frente da Baeta & Associados, uma das maiores corretoras do estado, com filiais em vários municípios, e prêmios de seguro ultrapassando os 20 milhões de reais por ano - , é conhecido pela competência administrativa, pelo zelo com seus funcionários e pela dureza de suas opiniões.
Em entrevista à TudoSobreImóveis, Baeta fala do mercado de seguros no Rio de Janeiro, da importância do corretor e dispara contra os websites que oferecem a contratação de seguros pela Internet.

TSI: Como você avalia a participação dos seguros imobiliários na receita das seguradoras?

Baeta: A participação ainda é pequena. A maioria dos seguros vendidos são os de automóveis e os seguros-saúde. Como as pessoas estão passando cada vez mais tempo em casa, creio que seja possível que seguros, como os de conteúdo, sejam cada vez mais procurados. Outro em que nós temos verificado um aumento crescente é o de fiança locatícia, seguro este que substitui a pessoa do fiador no contrato de aluguel.  

TSI: Com a popularização da internet, temos visto o surgimento de diversas páginas que permitem não apenas a cotação de seguros como também a contratação dos mesmos. O corretor de seguros é uma categoria profissional em extinção?

Baeta: Essa coisa de oferecer seguros, sem a participação de um corretor, pela internet cheira a picaretagem. O corretor é uma figura imprescindível. É ele quem vai lutar pelos seus clientes para garantir que as seguradoras ofereçam o que consta no contrato. Quem contrata um seguro pela Internet e tem problemas, vai recorrer a quem? Penso que isso é um modismo irresponsável e com o tempo vai ficar claro quem está com a razão.

TSI: Uma das mais freqüentes reclamações feitas em relação aos corretores de seguros é que a categoria carece de melhor qualificação. Em geral, a profissão é vista como um 'bico', uma oportunidade para quem não tem muitas oportunidades. O que você pensa sobre isso?

Baeta: Não há como negar que realmente existam essas pessoas. Não as chamo de profissionais, porque não os são. O mercado rapidamente as descobre e as descarta. É a lei dos mais aptos. Não fui eu quem a inventou, ela existe na natureza e no mundo dos homens. Só se estabelecem os competentes. Ainda mais agora, com a crescente globalização das economias e a entrada de concorrentes estrangeiros em nosso mercado. A singularidade dos seguros é tamanha que apenas os mais bem preparados serão capazes de continuar atendendo às demandas do mercado consumidor de seguros.

TSI: A Baeta & Associados investe na qualificação de seus funcionários?

Baeta: Sim, todos os nossos profissionais possuem larga experiência no ramo de seguros, mas também estão sempre em constante aperfeiçoamento quanto aos produtos oferecidos pelas seguradoras que representamos.






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